segunda-feira, 9 de julho de 2012

Por todas as razões




Por todas as razões do mundo
e por nenhuma delas
espero a morte
sorrindo-lhe
olhos nos olhos

E no lodo do cais enterro
os restos mortais
daquilo que nunca foi aquilo
que pareceu

2 comentários:

Isabel disse...

Muito bonito, mas tão triste...
Um abraço

ana almeida disse...

Nem mesmo eu consigo sorrir sempre.
bjinho