Não há poesia maior do que um domingo de manhã, na banheira, livro na mão, página após página, suspensa no tempo. Até que a água arrefece e a vida continua, pés nus sobre o tapete felpudo.
* escrito para o quadro do artista chinês Chen Bolan e publicado primeiro na rubrica diária "a-ver-livros" do blog Clube de Leitores.
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